Estudantes protocolam abaixo-assinado no MPE pela reabertura dos Restaurantes Comunitários

sexta-feira, março 04, 2011 Por Imprensa do DCE/UFT


Presidente do DCE protocola abaixo assinado de estudantes

O DCE da UFT protocolou na manhã desta sexta, 4, um abaixo assinado no Ministério Público Estadual solicitando a reabertura dos Restaurantes Comunitários da Capital. As mais de mil assinaturas pedem que o MPE intervenha junto a Prefeitura de Palmas para que seja agilizado o processo de reabertura dos Comunitários. "Tem estudante trancando a faculdade porque não tem condição de pagar mais caro pela alimentação", afirma o presidente do DCE, Felipe de Alburqueque.




O presidente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Tocantins (DCE/UFT), Felipe Albuquerque, protocolou na manhã desta sexta-feira, 4, um abaixo assinado com mais de mil assinaturas no Ministério Publico Estadual solicitando ao o órgão que intervenha junto à Prefeitura, pela reabertura dos Restaurantes Comunitários de Palmas. De acordo com Felipe Albuquerque devido a dificuldade de custear a alimentação após o fechamento dos restaurantes vários estudantes estariam trancando a faculdade.

“Tem estudante trancando a faculdade porque não tem condição de pagar mais caro pela alimentação. Sem o restaurante tem estudante gastando R$ 10 por dia e isso está longe de ser a realidade dos estudantes que dependiam dos Comunitários. Tem calouros que já procuraram o DCE para dizerem que estão querendo desistir da faculdade porque não tem condições e isso não pode acontecer”, enfatiza o presidente do DCE.

Segundo o presidente os estudantes querem que a Prefeitura dê informações sobre o processo de reabertura dos restaurantes e que seja firmada uma data para a volta do funcionamento. O abaixo assinado dos estudantes também requer melhorias na qualidade da comida servida nos Comunitários. “Queremos que reabra, mas com a melhoria na alimentação”, afirmou.


Entenda o caso

No dia 13 de janeiro atendendo a recomendação do Ministério Público Estadual os dois restaurantes comunitários da Capital, localizados nas regiões Norte e Sul, foram interditados. Na ocasião a Prefeitura de Palmas disse que a interdição temporária dos restaurantes foi necessária para que fossem realizadas adequações quanto às normas da Vigilância Sanitária Municipal e Estadual.

A interdição dos restaurantes aconteceu após uma inspeção do Ministério Público Estadual e das Vigilâncias Sanitárias do Estado e do Município, que realizaram uma vistoria nas instalações no dia 17 de dezembro. Durante a inspeção foram encontradas diversas irregularidades e, inclusive, fezes de rato foram detectadas nas instalações e utensílios utilizados nos restaurantes.

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